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Coudelaria
da Companhia das Lezírias
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| A
existência de gado cavalar na Companhia das Lezírias data de 1896. Os
registos referem 331 cabeças de gado equino utilizados na lavoura. |
| Em
1905, na Tapada da Ajuda, a Associação Central de Agricultura Portuguesa
organizou uma exposição na qual esteve presente a Companhia das
Lezírias com exemplares de raça Hackney, Luso-Árabe, Bético-Lusitania,
Andaluza e Peninsular. |

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| Só
em 1930 se começa a selecionar, com a inscrição e éguas na Comissão
de Remonta do Exército. |
Em
1976 expandiu-se a produção de cavalos de recria e desporto, com
especial evidência para a raça Lusitana. Ainda neste ano, adquiriram-se
éguas Ervideira, Duarte de Oliveira e da Sociedade Agrícola Couto de
Fornilhos, que se juntaram às já existentes, oriundas da Fonte Boa e
padreados pelos garanhões MARQUÊS, MAQUEIRO e MAQUIM da Coudelaria
Nacional. Desde então, outros garanhões da Coudelaria
Nacional passaram pela Companhia para as éguas, já com o ferro
: PROJÉCTIL, JAPAZ, MILHO REI, LIMONERO, TENOR, CIPIÃO E BASTÃO e ainda
o PIONEIRO (Dr. José Maltez), MARAVILHA (Veiga), DESMEREIS e ALOADO com
ferro da casa, e, agora, o FANDANGO, um ruço com ferro Assunção Coimbra
e o LAFÕES, com ferro da Companhia das Lezírias, para fêmeas Lusitanas
e o PETER PAN, um puro sangue anglo-árabe com ferro do Conde de Aguillar,
para as éguas cruzadas. |
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A
Coudelaria da Companhia das Lezírias tem como finalidade a produção do
cavalo Lusitano e do Cruzado Português, cujos produtos machos são
recriados e aos três anos desbastados e comercializados. |
| A
éguada, com um efectivo de 35 fêmeas de ventre, pasta próximo de Samora
Correia, nas charnecas de Braço de Prata e Vale do Roubão. |
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